Uma casa de engenharia, não uma consultoria de slides.
Somos um time compacto de engenheiros que constrói, sobe e sustenta. Quem escreve o código é quem senta na reunião. Não existe camada de gerência traduzindo o problema de forma errada.
No que acreditamos, tecnicamente.
Não são valores de parede. São regras que mudam decisão de arquitetura, custam prazo e já nos fizeram recusar trabalho.
Escolhemos Azure e fomos até o fundo.
Dá para ser raso em três nuvens ou profundo em uma. Escolhemos a segunda opção, e isso aparece onde importa: identidade gerenciada em vez de senha em variável de ambiente, rede privada de verdade, infraestrutura versionada, custo modelado por ambiente e alerta que chega antes da fatura.
Também aparece na conta. Sabemos onde o gasto está e o que dilui, porque medimos.
De onde viemos.
A empresa nasceu fazendo outra coisa. Guardamos as credenciais dessa origem porque elas são reais, e as deixamos datadas porque a competência de hoje é outra.
A NMIND nasce fazendo inteligência de mercado: coleta, normalização e categorização de dados de consumo em ponto de venda para a indústria de bebidas. Entra no programa de aceleração da ACE e capta duas rodadas de investimento.
Eleita a empresa mais inovadora da Autocom, a maior feira de automação comercial da América Latina, com visita ao Vale do Silício como prêmio.
Uma das seis selecionadas no Brasil para a primeira turma do Oracle Startup Cloud Accelerator, com apresentação no Oracle Cloud World, em Nova Iorque.
A prática é outra. Deixamos de vender pesquisa de mercado para construir e operar plataformas de dados, BI e aplicações de negócio para empresas que não podem parar.